30 de abr. de 2008


Estavamos na casa da Cida assistindo:



Narradores de Javé....



Quando a Déia liga dizendo que estava sendo excluída do grupo.....



Então pensamos:



Vamos na casa da Déia fazer uma surpresa pra ela.....

...Estavamos travessando a rua.....
Quando a Juliana diz:
Meu Deus...Será que a Déia esta ai?????




...Decepção......
A Déia não esta em casa...
" Eu não disse que deveríamos ter ligado antes ?!?!?"



Onde já se viu!!!
Comer bolo na calçada...
Também, ninguém avisou a Déia
que iríamos no apartamento dela... Aff!!


Narradores de Javé!!!

26 de abr. de 2008


Entre um curso e outro
a gente também se diverte...
e muuuito!!!



Muito Feliz pelas novas amizades
e
novas vitórias interiores...


Muita gente entra e sai em tua vida ao longo dos anos.

Mas só os verdadeiros amigos deixam impressões em seu coração.


24 de abr. de 2008


Bom... vou falar só um pouquinho
do que aconteceu nessas semanas tá?
Participamos de um curso no SEIN
com a Profª Cristiane, foi legal...
O autor Victor Dias,
desenvolveu um sistema de trabalho
a partir de sua observação clínica,
que chamou de Método da Decodificação dos sonhos.
Segundo ele, o método acelera o processo,
repetindo os sonhos na tentativa
de clarear sua mensagem simbólica.










Sonhos...

"Eu me conto em segredo, em verdades ocultas

que sempre soube mas que não podia

saber. E, neste jogo ardiloso, vou

descobrindo, surpreso e perplexo, aquilo

que sou mas que não podia ser. Mas,

sempre fui sem poder saber!

Eu sonho!"

"Um dia sonhei que era EU e quando

acordei descobri que vivia um NÃO-EU

Mas, em que enrascada danada eu tinha me metido,

Pois vivia no sonho e sonhava na vida."

Victor R. C. da Silva Dias









22 de abr. de 2008




João estava vendo um psicanalista durante quatro anos


para curar o medo que ele tinha de um monstro


que ele tinha embaixo da cama.


Levou anos sem ele ter uma boa noite de sono.


Seu progresso era lento, e ele sabia disso.


Então, um dia ele parou de ir ao psicanalista e decidiu tentar algo diferente.


Algumas semanas depois,


o psicanalista do João encontrou-o num supermercado


e ficou surpreso de vê-lo bem descansado, enérgico e satisfeito.


"Doutor!", disse João, "É incrível! Eu estou curado!"


O psicanalista disse:


"Que bom! Você parece muito melhor. Como conseguiu?"


João: "Eu fui a outro doutor e ele me curou em UMA sessão!"


"Uma?", o psicanalista incrédulo.


João: "Sim, ele era behaviorista".


"Um behaviorista? Como ele te curou em uma sessão?", perguntou o psicanalista.


"Ah, foi fácil, ele me disse pra cortar as pernas da minha cama".

7 de abr. de 2008


Perda e luto



Como o luto, a melancolia é também reação à ausência, à perda de um objeto amado. Nela, porém, a perda é de natureza mais ideal e inconsciente: "O melancólico não sabe o que perdeu", escreve Freud.
A melancolia é, pois, a reação inconsciente a uma perda, seja ela real ou imaginária, seja conhecendo-se ou não o objeto perdido, seja conhecendo-se o objeto sem que se saiba o que se perdeu com ele. Nos dois casos há um empobrecimento e um vazio; contudo, no luto, isso ocorre em relação ao mundo, enquanto que, na melancolia, em relação ao eu.


Enquanto o trabalho do luto tem como objetivo liberar o eu para que possa "viver" outra vez, na melancolia o sujeito experimenta desprezo por si mesmo, não busca a vida nem preza o instinto de viver. O que chama a atenção de Freud, de um ponto de vista psicológico, é a diminuição da pulsão de vida, e quando o melancólico busca a morte, compreende-se seu caráter patológico. Freud, ao introduzir a noção de inconsciente, introduziu também a exigência de que o médico ouvisse e levasse a sério o discurso de seus pacientes, signos visíveis de acesso ao invisível, entendido como o sentido.
A revolução psicanalítica consiste em ouvir o paciente, não para desmenti-lo, e sim para compreender o sentido da imagem que tem de si mesmo. O melancólico tem satisfação ao comunicar seus defeitos, julgando com isso apresentar-se tal como é. As auto-acusações do paciente, explica Freud, não são totalmente desprovidas de razão, ainda que não haja correspondência entre o grau de autodegradação e sua justificativa real.


É exatamente isto que permite diferenciar a melancolia do luto: a fala e o comportamento do melancólico levam a uma conclusão surpreendente, pois o objeto amado perdido é o próprio eu. O outro (perdido) é o eu. Admitir que o paciente está descrevendo o que realmente se passa nele significa admitir que a perda se refere à auto-estima e que, portanto, o eu está perdido para si mesmo.


Freud descreve a melancolia como um fenômeno psíquico de caráter representacional, ou como uma "neurose de defesa". Em termos freudianos, a defesa nada mais é do que um mecanismo pelo qual o eu procura proteger-se das excitações ligadas a representações que lhe são incompatíveis (incompatíveis porque lhe causam dor ou sofrimento). A melancolia é um tipo peculiar de defesa, que Freud designa como "neurose narcísica", na qual a capacidade do sujeito de estabelecer vínculos libidinais (ou de energia psíquica) com os objetos está prejudicada ou mesmo perdida.