27 de fev. de 2008




Psicologia Infantil




Uma mulher viaja por dois dias para visitar uma amiga doente e,

quando ela volta ao apartamento, o seu filhinho a abraça dizendo:

- Mamãe, mamãe, adivinha o que aconteceu ?

Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário,

o papai entrou no quarto com a vizinha, eles tiraram a roupa,

deitaram na cama, o papai pulou em cima dela e...

A mãe cobre a boca do menino com a mão e diz:

Não diga mais nada agora, meu filho.

Vamos esperar seu pai voltar e você repete isso, OK?

O pai volta do trabalho e a mulher lhe joga na cara uma série de palavrões:

- Mas por quê??? - pergunta atônito o marido!

A mãe volta-se para o menino e diz:

- Fala, filho. Conta pra ele o que você me falou.

E o garotinho:

- Ontem, enquanto eu estava brincando dentro do seu armário,

o papai entrou no quarto com a vizinha,

eles tiraram a roupa, deitaram na cama,

o papai pulou em cima dela e eles fizeram igualzinho a você e o tio Roberto, quando o papai
viajou no mês passado.



Psicologia Infantil:


"NUNCA DECIDA PRECIPITADAMENTE!!!

ESCUTE SEMPRE TUDO O QUE UMA CRIANÇA TEM PARA TE DIZER"

11 de fev. de 2008



Coisas que só uma mulher consegue...


*Passar a vida inteira, lutando contra o próprio cabelo.


* Comprar uma blusa que não combina com mais nada, só por que o preço estava irresistível.


* Ser tratada feito idiota pelo mecânico na oficina.
* Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.


* O poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.


* Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade, crise de nervos!


* Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.

* Lavar a calcinha no chuveiro. E depois pendurá-la na torneira, para horror do sexo masculino.
* Escutar que: mulher no volante perigo constante. Homem do lado perigo dobrado ...


* Depilar a perna de 15 em 15 dias - com cera!
* Rasgar a meia na entrada da festa.


* Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!


* Chorar no banheiro, se olhando no espelho para ver qual o melhor ângulo.


* Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.


* Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.


* Ser chamada de tia por uns brotinhos bem gatinhos.


* Colocar uma cinta para disfarçar a barriga.


* Ficar completamente feliz, por que ele ligou.


* Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!


* Sorrir gentilmente para o cliente enquanto uma cólica louca te rasga como se fosse uma bazuca...


Aff...Coisas de Mulher...

3 de fev. de 2008

A sociedade do narcisismo e da melancolia


A melancolia (palavra que em meados do século 19 começa a ser substituída pelo termo depressão) é considerada a doença mental contemporânea, e cabe indagar como nossa sociedade facilita o surgimento dessa patologia. Não faremos distinção entre melancolia e depressão.
Para muitos, a depressão é uma patologia orgânica, que transparece psicologicamente como tristeza profunda ou melancolia.
Ou seja, esta é um sintoma daquela. Em contrapartida, para Freud, não há diferença entre uma e outra. Ambas exprimem o mesmo fenômeno, embora possamos considerar a depressão um sintoma da melancolia, uma vez que a palavra "depressão" significa rebaixamento, ou seja, uma diminuição das atividades, que pode ser tanto orgânica quanto psíquica.Em "Luto e melancolia", Freud apresenta uma analogia entre melancolia e luto. A diferença entre ambos decorre da ausência de disposição patológica no luto e da presença dela na melancolia. Psicanaliticamente, uma "disposição patológica" é uma série de condições da vivência pessoal que faz alguém reagir sempre de uma certa maneira aos acontecimentos. Ao contrário da melancolia, no luto não há disposição patológica porque, embora leve a um afastamento das atitudes normais para com a vida, não é duradouro, não define um modo constante de viver e se espera que a anormalidade seja passageira, não necessitando de tratamento médico.
No caso da melancolia, a predisposição patológica é dada pelo narcisismo: como este foi vivenciado e porque o indivíduo ficou fixado nele. Freud enumera os traços distintivos da melancolia, os mesmos encontrados no luto, com uma única exceção: a perturbação da auto-estima não é encontrada neste último. Os demais traços comuns a ambos são: desânimo profundo e penoso, perda de interesse pelo mundo externo, perda da capacidade de amar, afastamento de toda e qualquer atividade.
Reação à perda de alguém que se ama, no luto a falta de interesse pelo mundo externo se dá porque este não traz de volta o objeto perdido; a falta de capacidade para amar outros ou outras coisas ocorre por não se ter a capacidade de substituir o objeto perdido por um novo objeto, fazendo com que a única atividade possível seja "realizada com a memória do ser querido".Freud fala no "trabalho do luto", cujo objetivo é desinvestir o objeto perdido, renunciar a ele, levando a libido (a energia psíquica) de volta ao eu para que este possa desejar um outro objeto. De fato, ao sentir a falta do objeto, o sujeito enlutado descobre que era precisamente esse objeto desejado que, perdido, não pode ser substituído por outro, e a libido se volta para o objeto ausente por meio de lembranças e expectativas que o sujeito se recusa a abandonar. O trabalho do luto consiste em evocar as lembranças e investi-las fortemente uma a uma, de maneira a que, paulatinamente, a energia psíquica se desligue delas. O luto revela um traço constitutivo da humanidade do homem, isto é, a maneira de experimentar a ausência.
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